Câmara aprova projeto que obriga parques a terem equipamentos de lazer adaptados

Câmara aprova projeto que obriga parques a terem equipamentos de lazer adaptados

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou hoje o Projeto de Lei (PL) 3276/15, que torna obrigatória a instalação de equipamentos de lazer adaptados para pessoas com deficiência em parques e outros ambientes de uso público.

O texto, de origem do Senado, foi aprovado em caráter conclusivo e poderá ir à sanção presidencial caso não haja recurso para a sua votação no plenário da Câmara dos Deputados.

O projeto estabelece que os parques de diversões, públicos e privados, terão que adaptar suas estruturas em pelo menos 5% para atender pessoas com deficiência ou mobilidade reduzidas.

Os equipamentos terão ainda que ser identificados seguindo parâmetros de acessibilidade universal. A medida também estende a mesma regra para “vias públicas, parques e demais espaços de uso público existentes”.

Fonte: Agencia Brasil – Publicado em 28/03/2017

Justiça pode levar até seis meses para definir guarda de deficiente órfão

Rapaz deve passar por avaliação psicológica antes de ser acolhido pelo irmão.
Aos 32 anos, ele permanece em abrigo para andarilhos após a morte da mãe.

O drama do homem de 32 anos com deficiência intelectual que passou a viver em um abrigo para moradores de rua após a morte da mãe ainda pode estar longe do fim, apesar de um dos irmãos ter ingressado com uma ação na Justiça para assumir os cuidados dele.
A advogada Bianca Pitta da Silva, que representa a família, explica que o processo de curatela – para que o irmão seja designado curador – pode demorar até seis meses na Justiça. Enquanto o caso tramita, o deficiente continuará sob a tutela da Prefeitura de Ribeirão Preto (SP).

“O mais importante é que apareceu alguém da família interessado em cuidar dele. Já temos uma família preocupada com ele e que está tomando todas as medidas jurídicas e administrativas para que ele fique bem”, afirma.
O rapaz foi deixado na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) por um tio, no dia do enterro da mãe, em 27 de janeiro. Por determinação judicial, ele passou a morar em um abrigo mantido pela Prefeitura, mas o local não atende suas necessidades.
Um relatório médico aponta que o homem tem epilepsia, retardo mental moderado, distúrbio de fala e é totalmente vulnerável. Apesar do laudo, a advogada explica que durante o processo de curatela, ele deverá passar por nova avaliação.
“Nós tivemos algumas alterações na lei, então ele deverá passar por entrevista com assistente social, psicólogo, perícia médica. Acredito que o processo pode demorar em torno de uns seis meses até ser concluído”, explica.
Por outro lado, o coordenador do abrigo municipal, Eduardo Barbosa, afirma que a Justiça pode conceder a tutela provisória do deficiente ao irmão e, com isso, garantir o acolhimento imediato dele, enquanto a ação prossegue.
“Já tivemos outras situações semelhantes e, pela necessidade e urgência de ser acolhido em um local adequado, acredito que as autoridades responsáveis por tomar essa decisão serão bem sensatas e vão resolver isso o mais rápido possível”, diz.
Barbosa acompanha o deficiente diariamente, desde que ele foi levado ao abrigo, e chegou a estender a rotina de trabalho para não deixa-lo sozinho no período noturno. Durante o dia, de segunda a sexta-feira, o rapaz é atendido na Apae.
“A gente gosta muito dele. O ser humano nasceu para ser amado e tem que ser dessa forma. É isso que a gente espera que aconteça, que ele continue sendo cuidado pela família com todo carinho e amor que merece”, afirma.
Abandono
O caso de abandono ganhou repercussão depois que mães de alunos da Apae passaram a buscar uma forma de amparar o deficiente, deixado na instituição por um tio no dia do enterro da mãe, em 27 de janeiro.
A promotora de Justiça Ana Carla Froes Tosta contou que o rapaz morava apenas com a mãe, mas ela foi internada em dezembro do ano passado ao ser diagnosticada com câncer. Um tio passou então a cuidar dele, até a morte da mulher.
O tio alegou não ter condições físicas e psicológicas de cuidar do sobrinho devido à idade avançada. O Ministério Público moveu então uma ação para que o Estado e o município fornecessem moradia, assistência, tratamento médico, medicamentos e transporte ao rapaz.
Devido à dificuldade de encontrar uma instituição inclusiva que atenda o perfil do deficiente, a Secretaria Municipal de Assistência Social o colocou temporariamente em um abrigo para moradores de rua, a antiga Cetrem.
O local não oferece serviços voltados a pessoas com deficiência, mas os funcionários estenderam os turnos para auxiliar o rapaz. A Apae também passou a atendê-lo de segunda a sexta-feira em período integral, quando o normal seria recebê-lo apenas por meio período.
Acolhimento
Ao tomar conhecimento da história pela imprensa, o irmão e a cunhada entraram na Justiça com um pedido para assumir os cuidados do rapaz. Apesar de morarem na mesma cidade, os irmãos não mantinham contato há quase 12 anos, desde a morte do pai.
A advogada da família, Bianca Pitta da Silva, afirma que a família não tem condições de cuidar do deficiente na casa onde vive, mas quer garantir que ele receba o acolhimento necessário e adequado em uma clínica particular.
Para arcar com essa despesa, o casal avalia alugar a casa onde o deficiente morava com a mãe na cidade. O imóvel é próprio e estava fechado desde a morte da mulher.

Fonte: G1 – Publicado em 09/03/2017

App nacional para acessibilidade de cadeirantes vence prêmio global da ONU

Oapp guiaderodas foi criado para reconhecer a acessibilidade de diferentes edificações. Fruto das experiências de Bruno Mahfuz, idealizador do projeto e cadeirante há 15 anos, o software colaborativo foi o único brasileiro indicado e vencedor na categoria “Inclusão e Empoderamento” do Prêmio World Summit Awards — WSA Mobile 2016, evento organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU).Premiação teve participação de 451 projetos de mais de 178 países
“Para nós do guiaderodas, a conquista desse prêmio representa que a sociedade está cada vez mais consciente para a questão da acessibilidade. Cada um que baixa e usa o app pode ajudar milhões de pessoas do mundo todo a sair de casa com mais segurança”, celebra Mahfuz.
O Prêmio WSA busca as melhores práticas de inovação digital do mundo, com participação de mais de 178 países. Nesta edição foram selecionados 451 projetos nas frentes “Governo & Dados Abertos”, “Saúde & Meio Ambiente”, “Aprendizado & Ciência”, “Entretenimento & Jogos”, “Cultura & Turismo”, “Mídia & Jornalismo”, “Negócios & Comércio” e “Inclusão e Empoderamento”.
A escolha preliminar foi realizada por um júri internacional de especialistas em inovação, conexão e transformação (ICT – Innovate, Connect, Transform). Em seguida, os membros das Nações Unidas de cada país elegeram uma solução por classe.

O aplicativo
Com apenas um ano de vida, o guiaderodas reúne informações de locais em mais de 700 cidades de 32 países e está disponível para os dispositivos móveis com sistemas operacionais Android e iOS.
Ao baixar o app, você pode ver os locais mais próximos e as notas dadas por usuários do Foursquare ao lado esquerdo. No canto direito, o ícone de um cadeirante indica se o estabelecimento é Acessível (verde), Parcialmente Acessível (amarelo), Não Acessível (vermelho) ou Não Avaliado (Cinza).

Para ajudar na busca, o software oferece seis categorias: Comida, Hospedagem, Vida Noturna, Diversão, Compras e Saúde. Os imóveis que estiverem rigorosamente em dia do ponto de vista técnico — sob avaliação de arquitetos — recebem a Qualificação guiarodas, que dura 4 anos ou até sofrer uma reforma. Para ver o vídeo demonstrativo acesse:
Video demonstrativo do app

Fonte:tecmundo
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Capa Paraná Guardas vivem dia de cadeirante para trabalhar inclusão nas escolas

Profissionais que participam do projeto da Guarda Mirim, com crianças entre 9 a 11 anos das escolas municipais, fizeram uma capacitação sobre inclusão nesta terça-feira (14/03). O curso de quatro horas foi na Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (AFDP), no bairro Alto da XV, e os guardas municipais fizeram atividades práticas com cadeiras de rodas.

Esta foi a primeira vez que os guardas que trabalham na Guarda Mirim participaram de uma capacitação sobre inclusão de pessoas com deficiência. Foi montado um circuito para os guardas vivenciarem o que as pessoas com deficiência enfrentam no dia a dia. Ao todo, 19 guardas municipais participaram da capacitação e irão levar as informações para as crianças da Guarda Mirim.

O guarda Alessandro Rodolfo de Azevedo, 33 anos, trabalha há seis anos com a Guarda Mirim, atualmente na Escola Municipal Nair de Macedo, no Novo Mundo. “A capacitação é importante para tratarmos com as crianças a questão da acessibilidade e inclusão de alunos que têm alguma deficiência, explicou Azevedo. “Depois deste curso nosso olhar vai se abrir ainda mais, estamos ampliando conhecimentos”, afirmou Azevedo.

Os guardas também tiveram conteúdos teóricos e assistiram a vídeos de pessoas com deficiência em competições esportivas, mostrando que nada impede as pessoas de realizar sonhos ou atingir objetivos.

Clodoaldo Zafatoski, presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP), afirmou que normalmente a população não tem muito contato com as pessoas com alguma deficiência. “O objetivo é trazer os guardas municipais para o convívio da pessoa com deficiência, para que eles levem esta experiência aos trabalhos que fazem nas escolas, com as crianças”, disse Zafatoski.

O presidente da ADFP também ressaltou que muitos, na ânsia de querer ajudar algum cadeirante, acabam cometendo erros. “Algumas pessoas já chegam empurrando a cadeira de rodas, isto não é ideal. Primeiro é preciso perguntar se a pessoa precisa e quer ajuda. Tem que se respeitar. A pessoa com deficiência vai dizer a melhor forma de ajuda-lá, seja atravessando uma rua, empurrando a cadeira em uma subida ou de outras maneiras”, definiu Zafatoski.

Guarda Mirim

O projeto da Guarda Mirim existe desde 2004 dentro da Guarda Municipal e já atendeu cerca de 15 mil alunos, entre crianças e adolescentes. O projeto está dentro da Gerência de Ações Comunitárias da Guarda Municipal e tem como principal objetivo promover e implementar ações de defesa das comunidades, voltadas para a melhoria da qualidade de vida dos alunos de escolas municipais.

Fonte: Jornal BemParaná

Mulher tenta expulsar deficiente visual da praia por causa do cão guia

O que deveriam ser 10 dias de férias e relaxamento nas praias de Balneário Camboriú para a professora primária Olga Souza, de 57 anos, acabou se transformando numa confusão em torno da presença de seu cão-guia, Darwin, na faixa de areia. Uma banhista decidiu chamar a Polícia Militar (PM) ao ver Olga entrando no mar na companhia de Darwin.

Segundo Olga, um homem a abordou quando ela estava dentro d’água com o cachorro e ela explicou que era cega e precisava do cão-guia para se movimentar. Ele estava acompanhado da mulher, que não se conformou com a explicação e decidiu chamar a polícia militar.

— O guarda me disse que uma pessoa fez a denúncia por se sentir ofendida moral e fisicamene porque tinha um cachorro perto dela na praia. Até agora eu nunca tinha enfrentado a polícia militar, mas essa mulher foi às últimas e decidiu acioná-los — contou.

De acordo com o coronel Evaldo Hoffmann, comandante do 12° Batalhão da PM, o oficial de serviço do dia foi ao local porque estava se formando uma confusão por parte dos banhistas, que não queriam o cachorro na faixa de areia.

Deficiente visual desde que nasceu, Olga trabalha na inclusão de crianças com deficiência no ensino regular em Porto Alegre, onde mora. A professora já está no seu segundo cão-guia, mas nunca passou por situação semelhante.

— Não posso trocar a minha deficiência como troco de roupa. Eu sou uma pessoa como todas as outras, tenho que ter o meu lazer também. Foi bastante incômodo. Se fosse uma pessoa com seu primeiro cão-guia talvez ficasse nervosa, mas eu fui levando na medida do possível.

Fonte: O globo – Publicado em 28/02/17

TiX – Painel assistivo para uso de computadores

TiX

TiX – Painel assistivo para uso de computadores

O TiX é um painel eletrônico com 11 teclas sensíveis ao toque, concebido para substituir o teclado e o mouse e possibilitar o uso de computadores, notebooks, tablets e smartphones a pessoas com as mais variadas limitações funcionais.
O Painel Assistivo TiX foi projetado para atender a inúmeros tipos de deficiência física e motora, até mesmo os casos mais severos de paralisia. Utilizando-se acionadores externos como acessórios, o TiX permite que o computador seja controlado até mesmo com o piscar dos olhos.
Além disso, para usar o TiX não é necessário adquirir nem instalar qualquer tipo de software específico.

 

 

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Produtos Assistivos

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Indicação e acompanhamento do uso de um produto assistivo.

O uso correto de um produto assistivo possibilita às pessoas com deficiência a realização das atividades de vida diária (auto-cuidado, lazer, trabalho, educação,esporte, etc.) no maior grau de independência possível viabilizando assim sua inclusão.

A indicação e acompanhamento do uso de um produto assistivo é um processo terapêutico executado por uma equipe de profissionais especializados somado às outras intervenções reabilitadoras e cuidados de saúde que a pessoa com deficiência recebe ao longo de sua vida. É esse processo que assegura o uso correto e bem sucedido de um produto assistivo.

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O BB Crédito Acessibilidade é uma linha de crédito do Banco do Brasil destinada à compra de produtos que facilitem o dia a dia e ajudem a melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência.

A linha de crédito é mais uma ferramenta para auxiliar na promoção da cidadania e fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade.

Quem pode contratar o financiamento:

Clientes pessoas físicas, correntistas do Banco do Brasil, com limite de crédito disponível e renda mensal bruta de até 10 salários mínimos ( Sujeito a aprovação cadastral e demais condições do produto ).

Para ter acesso ao BB Crédito Acessibilidade não é necessário que o cliente seja uma pessoa com deficiência. Por isso, qualquer cliente que atenda as condições da linha pode financiar um bem ou serviço para destinar a uma pessoa com deficiência.